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quarta-feira, 30 de abril de 2014


QUESTIONARIO:
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1- Quando iniciou-se a Ditadura Militar no Brasil?
(a) Em 1 de Abril de 1964.
(b) Em 15 de Março de 1985.
(c) Em 24 de Junho de 1845.
(d) Em 30 de Agosto de 1966.
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2- Apesar das promessas iniciais de uma intervenção breve, a ditadura militar durou quanto tempo?
(a) 29 anos.
(b) 22 anos.
(c) 54 anos.
(d) 21 anos.
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3- Qual lei o governo aprovou durante a Ditadura Militar brasileira?
(a) Lei seca.
(b) Lei maria da penha
(c) Lei da Anistia
(d) Lei contra maltrato de animais
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Rsepostas:
1-a/ 2-d / 3-c

Ditadura Militar Argentina


O período denominado Ditadura Argentina começou com o golpe de estado que derrubou o presidente constitucional da Argentina, Arturo Illia, em 28 de junho de 1966. Desse modo, começou um novo período de governos militares que resultaria na volta do peronismo ao poder em 1973. A ditadura argentina se autodenominou Revolução Argentina.
Durante esses anos, o país foi regido pelo Estatuto da Revolução Argentina, alçado ao mesmo nível jurídico da Constituição Nacional. As expectativas de um prolongado governo dos militares golpistas estavam refletidas em uma de suas mais repetidas palavras de ordem, "a Revolução Argentina tem objetivos, mas não prazos". Os partidos políticos foram proibidos, assim como todo tipo de participação política por parte dos cidadãos; vigorou de forma quase permanente o estado de sítio e viram-se cortados direitos civis, sociais e políticos.
 
  

 

Encontrada menina da foto que virou símbolo de oposição a ditadura militar no Brasil

                                                                                   fonte:http://www.youtube.com/watch?v=eV8AdPFo1bE

Instrumentos de Tortura na Ditadura Militar


  
                                                             fonte: http://www.youtube.com/watch?v=9DxPJXkbfmc

terça-feira, 29 de abril de 2014

A ditadura militar no Brasil

 

A ditadura militar no Brasil

 

O regime militar no Brasil foi instaurado em 1 de abril de 1964 e durou até 15 de março de 1985. De caráter autoritário e nacionalista, teve início com o golpe militar1 que derrubou o governo do presidente democraticamente eleito, João Goulart, e terminou quando José Sarney assumiu o cargo de presidente, dando início ao período conhecido como Nova República.

Apesar das promessas iniciais de uma intervenção breve, a ditadura militar durou 21 anos. Além disso, o novo governo pôs em prática vários Atos Institucionais, culminando com o AI-5 de 1968, que vigorou até 1978. A Constituição de 1946 foi substituída pela Constituição de 1967 e, ao mesmo tempo, o Congresso Nacional foi dissolvido, liberdades civis foram suprimidas e foi criado um código de processo penal militar que permitia que o Exército brasileiro e a Polícia Militar do Brasil pudessem prender e encarcerar pessoas consideradas suspeitas, além de impossibilitar qualquer revisão judicial.

O novo regime adotou uma diretriz nacionalista, desenvolvimentista e de oposição ao comunismo. A ditadura atingiu o auge de sua popularidade na década de 1970, com o "milagre brasileiro", no mesmo momento em que o regime censurava todos os meios de comunicação, torturava e exilava dissidentes. Na década de 1980, assim como outros regimes militares latino-americanos, a ditadura brasileira entrou em decadência e o governo não conseguia mais estimular a economia e diminuir a inflação crônica, o que deu impulso ao movimento pró-democracia. O governo aprovou uma Lei de Anistia para os crimes políticos cometidos pelo e contra o regime, as restrições às liberdades civis foram relaxadas e, então, eleições presidenciais foram realizadas em 1984, com candidatos civis.

O regime militar brasileiro inspirou o modelo de outros regimes militares e ditaduras por toda a América Latina, através da sistematização da "Doutrina de Segurança Nacional", a qual justificava ações militares como forma de proteger o "interesse da segurança nacional" em tempos de crise. Desde a aprovação da Constituição de 1988, o Brasil voltou à normalidade institucional. Segundo a Carta, as Forças Armadas voltam ao seu papel institucional: a defesa do Estado, a garantia dos poderes constitucionais e (por iniciativa desses poderes) da lei e da ordem.

O regime militar no Brasil foi instaurado em 1 de abril de 1964 e durou até 15 de março de 1985. De caráter autoritário e nacionalista, teve início com o golpe militar1 que derrubou o governo do presidente democraticamente eleito, João Goulart, e terminou quando José Sarney assumiu o cargo de presidente, dando início ao período conhecido como Nova República.

Apesar das promessas iniciais de uma intervenção breve, a ditadura militar durou 21 anos. Além disso, o novo governo pôs em prática vários Atos Institucionais, culminando com o AI-5 de 1968, que vigorou até 1978. A Constituição de 1946 foi substituída pela Constituição de 1967 e, ao mesmo tempo, o Congresso Nacional foi dissolvido, liberdades civis foram suprimidas e foi criado um código de processo penal militar que permitia que o Exército brasileiro e a Polícia Militar do Brasil pudessem prender e encarcerar pessoas consideradas suspeitas, além de impossibilitar qualquer revisão judicial.

O novo regime adotou uma diretriz nacionalista, desenvolvimentista e de oposição ao comunismo. A ditadura atingiu o auge de sua popularidade na década de 1970, com o "milagre brasileiro", no mesmo momento em que o regime censurava todos os meios de comunicação, torturava e exilava dissidentes. Na década de 1980, assim como outros regimes militares latino-americanos, a ditadura brasileira entrou em decadência e o governo não conseguia mais estimular a economia e diminuir a inflação crônica, o que deu impulso ao movimento pró-democracia. O governo aprovou uma Lei de Anistia para os crimes políticos cometidos pelo e contra o regime, as restrições às liberdades civis foram relaxadas e, então, eleições presidenciais foram realizadas em 1984, com candidatos civis.

O regime militar brasileiro inspirou o modelo de outros regimes militares e ditaduras por toda a América Latina, através da sistematização da "Doutrina de Segurança Nacional", a qual justificava ações militares como forma de proteger o "interesse da segurança nacional" em tempos de crise. Desde a aprovação da Constituição de 1988, o Brasil voltou à normalidade institucional. Segundo a Carta, as Forças Armadas voltam ao seu papel institucional: a defesa do Estado, a garantia dos poderes constitucionais e (por iniciativa desses poderes) da lei e da ordem.
fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Regime_militar_no_Brasil

quinta-feira, 20 de março de 2014

FIM DA GUERRA

 







    Os combates na Europa Ocidental foram decididos em 6 de Junho de 1944: vindos da Inglaterra, cento e cinquenta e cinco mil soldados desembarcaram em Caen, no Norte da França. Esse dia ficou conhecido como o Dia D - o dia da invasão da Normandia. Foi então a maior operação aeronaval da história militar. Os números apontam: 1.200 navios e 1.000 aviões de guerra.



    No lado do Oriente, os alemães foram completamente cercados por tropas soviéticas e exatamente no dia 22 de Abril de 1945 a cidade de Berlim foi tomada pelos russos. E no dia 30, Hitler cometeu suicídio. No dia 7 de Maio de 1945, o que restou do governo alemão simplesmente se rendeu. A guerra na Europa estava terminada.



No Pacífico, as batalhas entre o Japão e os Estados Unidos (lembrando que estava sendo auxiliado pela Inglaterra e Austrália) continuaram e marcaram um dos períodos mais tristes da história da humanidade.



Os americanos bombardearam as cidades japoneses de Hiroshima, em 6 de agosto de 1945, e de Nagasaki, em 9 de agosto de 1945 com armas nucleares. O Japão rendeu-se na data de 2 de setembro de 1945. Era o final da Guerra.


Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Final_da_Segunda_Guerra_Mundial

quarta-feira, 19 de março de 2014

açucareira vs mineradora


.EXPLORAÇÃO DA CANA-DE-AÇÚCAR
AS PRIMEIRAS MUDAS DE CANA-DE-AÇÚCAR FORAM PLANTADAS EM 1553 NA CAPITANIA DE SÃO VICENTE. FORAM TRAZIDAS PELOS COLONOS QUE CHEGARAM COM MARTIM AFONSO DE SOUZA. EM POUCO TEMPO O AÇÚCAR PASSOU A SER A MAIS IMPORTANTE ATIVIDADE COMERCIAL DA COLÔNIA, SUPERANDO O A EXTRAÇÃO DE PAU-BRASIL.
Dentre os principais motivos para a escolha do açúcar estão as favoráveis condições naturais (o clima e o solo propícios); a experiência adquirida pelos portugueses com sua produção na ilha da Madeira e nos Açores; e os altos preços que o açúcar atingia no mercado europeu, afinal, era considerado uma especiaria de luxo.


.UNIÃO IBÉRICA
EM 1580, D. HENRIQUE, REI DE PORTUGAL, MORREU SEM DEIXAR HERDEIROS, O QUE GEROU UM INTENSO CONFLITO PELO TRONO VAGO. FILIPE II, REI ESPANHOL, SAIU-SE VENCEDOR APÓS INVADIR PORTUGAL, DANDO INÍCIO AO PERÍODO QUE FICOU CONHECIDO COMO UNIÃO IBÉRICA (ESPANHA E PORTUGAL LOCALIZAVAM-SE NA PENÍNSULA IBÉRICA) QUE DUROU ATÉ 1640.
A administração do Brasil permaneceu praticamente intacta, mas a independência da Holanda em 1581, que pertencia aos domínios espanhóis, trouxe sérias consequências para o país. Em represália, Filipe II decretou o Embargo Espanhol proibindo todas as suas colônias de negociar com os holandeses. Essa decisão afetou diretamente a produção açucareira, já que brasileiros e holandeses eram parceiros, os primeiros responsáveis pela produção, os últimos controlando o transporte, o refino e o comércio.
Para tentar reverter a situação, os holandeses fundaram, em 1621, a Companhia das Índias Ocidentais e organizaram a ocupação do nordeste brasileiro. Sua primeira incursão foi contra Salvador (BA) em 1624, mas fracassou graças à aliança de forças luso-brasileiras, espanholas e indígenas. Em 1628, para reaver o prejuízo da derrota, os holandeses assaltaram uma frota de navios espanhóis carregados de metais preciosos. Capitalizados, realizaram um novo ataque, dessa vez contra a capitania mais lucrativa da época, Pernambuco.
Após 5 anos de luta, os holandeses enviaram Maurício de Nassau, em 1637, para pacificar e governar o Brasil Holandês. Entre as principais características de seu governo podemos destacar o impulso econômico com a concessão de empréstimos aos senhores de engenho; a tolerância religiosa, mesmo com o incentivo e a expansão do calvinismo, declarado religião oficial na nova terra holandesa; a urbanização de Recife e a promoção da vida cultural, principalmente com a Missão Artística Holandesa. Desentendimentos entre Nassau e a Companhia das Índias Ocidentais levaram ao retorno do administrador à Holanda em 1644.
A saída de Nassau, a pressão da Cia das Índias Ocidentais por lucro e os esforços portugueses para recuperar suas terras – Portugal reconquistou sua independência em 1640 e passou a retomar o domínio de suas antigas possessões – formaram as condições necessárias para a Insurreição Pernambucana. Várias batalhas foram travadas entre 1645 e 1654 e culminaram com a rendição holandesa após a assinatura de vários acordos. O derradeiro, em 1699, acertou a retomada dos domínios portugueses no Nordeste brasileiro e na África mediante um pagamento de 63 toneladas de ouro.
Os 60 anos da União Ibérica provocaram uma crise econômica em Portugal. Diante dessa situação vários tratados foram assinados entre Portugal e Inglaterra, mas o que merece maior destaque é o Tratado de Methuen (também conhecido como Tratado dos Panos e Vinhos) assinado em 1703 e pelo qual Portugal se comprometia a adquirir tecidos ingleses e, em contrapartida, os ingleses comprariam vinhos portugueses. 
Outro fator gerador da crise foi a concorrência do açúcar antilhano. Os holandeses, após sua expulsão do Brasil, foram produzir açúcar em suas colônias nas Antilhas. Isso fez o preço do açúcar brasileiro ter uma queda de 50% nos mercados internacionais. Essa crise levou a um conflito em Pernambuco entre senhores de engenho e comerciantes, conhecido como Guerra dos Mascates.
.EXPLORAÇÃO DO OURO
COM A QUEDA VERTIGINOSA DO PREÇO DO AÇÚCAR, O GOVERNO PORTUGUÊS PASSOU A INCENTIVAR MAIS VEEMENTEMENTE A BUSCA POR OURO, ENCONTRADO APENAS NO FINAL DO SÉCULO XVII POR BANDEIRANTES PAULISTAS EM MINAS GERAIS.
A notícia da descoberta espalhou-se rapidamente, provocando um grande aumento populacional na região das minas. Junto com as pessoas começaram os conflitos, como a Guerra dos Emboabas. As crescentes disputas pelo ouro aceleraram a organização administrativa da região pelo governo português.

Administração das Minas
O principal órgão administrativo, criado em 1702, foi a Intendência das Minas, responsável pela cobrança de impostos; fiscalização da mineração e a distribuição de terras para a mineração.
Para combater o contrabando, o governo criou as Casas de Fundição, responsáveis por derreter o ouro, retirar o imposto devido à Coroa (o quinto – 20% do ouro encontrado), transformá-lo em barra e conceder o selo que garantia a legalidade do ouro. Quem fosse flagrado com ouro fora dessas determinações incorria em crime e podia sofrer severas punições. Parte da população, contrariada com essas medidas, promoveu a Revolta de Vila Rica em 1720. Já para controlar a extração de diamantes foi criada a Intendência das Minas em 1729.

A sociedade mineradora
Foi principalmente em função do ouro que, pela primeira vez na colônia, uma série de núcleos urbanos eram criados próximos uns dos outros. Minas Gerais se transformou num ótimo mercado consumidor com uma sociedade urbana onde, teoricamente, a mobilidade social era possível.
A ilusão do lucro fácil gerou grandes gastos desnecessários, aumentando a pobreza e incentivando a arte (Arcadismo). Houve muita discussão sobre a pobreza mineira.
Durante o século do ouro (1701-1800), a população colonial cresceu 11 vezes, passando de 300 mil habitantes para 3,25 milhões. A capital da colônia foi transferida de Salvador para o Rio de Janeiro em 1763 para facilitar o controle da região.
Crise
Na segunda metade do século XVIII a produção do ouro caiu brutalmente. Acreditando que a escassez do ouro se devia à negligência com o trabalho e ao contrabando, o governo aumentou o controle e a opressão. 
Em 1750, foi determinado que a soma total do quinto deveria atingir 100 arrobas (1 arroba equivale a 15 kg) de ouro por ano, os mineradores tiveram suas dívidas aumentadas. Em 1765 foi decretada a derrama: cobrança de todos os impostos atrasados, sem poupar ninguém.
Nos primeiros 70 anos do século XVIII o Brasil produziu mais ouro do que toda a América espanhola em 357 anos. Essa produção correspondeu a 50% de todo o ouro mundial entre os séculos XV e XVIII. Mas grande quantidade desse ouro transferiu-se para a Inglaterra, com quem Portugal tinha grande dívida e grandes negócios, além de comprar dos ingleses toda a tecnologia de que precisava, perdendo assim a oportunidade de se desenvolver.

Fonte:http://educacao.globo.com/historia/assunto/colonizacao-do-novo-mundo/economia-acucareira-e-mineradora.html