Total de visualizações de página

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Tipos de terrorismo:

 1) Terrorismo físico - Uso de violência, assassinato e tortura para impor seus interesses
2) Terrorismo psicológico - Indução do medo por meio da divulgação de noticias em benefício próprio (ver: guerra psicológica)

3) Terrorismo de Estado - Recurso usado por governos ou grupos para manipular uma população conforme seus interesses.
4) Terrorismo econômico - Subjugar economicamente uma população por conveniência própria (ver: embargo econômico).
 

5) Terrorismo religioso - Quando o incentivo do terrorismo vem de alguma religião.
 
6) Terrorismo indiscriminado - Acções que se destinam a provocar danos a um agente indefinido ou irrevelante. Não existe um alvo estabelecido previamente.

Esta visa a propagação de um modo geral na população e vence por um sentimento geral de instabilidade.  

7) Terrorismo selectivo - Pretende atingir directamente um indivíduo. Selectivo significa que visa um alvo reduzido, limitado, específico e conhecido antes de efectuar o acto. Ambiciona a chantagem, vingança ou eliminação de um obstáculo. 

8) Terrorismo Comunal ou Comunitário - Conflitos desordenados em que a população ou as suas autoridades intervêm directamente com outras autoridades geralmente minorias étnicas ou religiosas . Trata-se de uma espécie de "Terror Colectivo", querendo a expulsão ou eliminação destas. Este tipo de terrorismo tem vindo a crescer no Afeganistão, Paquistão e Índia, e é o que produz um maior número de vítimas e destruições. 
9) Terrorismo Político O terrorismo político substituiu a ex-urss como o “grande inimigo” dos EUA na década de 1990. Porém essa forma de manifestação não é nova. Há alguns anos,grupos radicais usam essa estratégia sob o pretexto de defender suas pretensões. 

10) Terrorismo Separatista - Dentre todas as formas, este terrorismo é o que possui o objectivo mais radical e de mais longo alcance. Rejeitam totalmente a comunidade política na qual estão formalmente inseridos. A disputa por poder e a rejeição ao sistema político são de tal monta que procuram se retirar dessa comunidade e constituir uma nova e independente. Os tipos de comunidade que se deseja estabelecer são diversos (tradicional, religiosa, marxista-igualitária, liberal, etc), assim como são os factores que os levaram a empreender tal missão, que podem ser étnico-­raciais, religiosos, económicos, estritamente políticos, e mesmo todos eles combinados. Quaisquer que sejam seus motivos, consideram-­se, acima de tudo, nacionalistas em busca da independência.  



terça-feira, 2 de setembro de 2014

Terrorismo

Terrorismo é o uso de violência, física ou psicológica, através de ataques localizados a elementos ou instalações de um governo ou da população governada, de modo a incutir medo, terror, e assim obter efeitos psicológicos que ultrapassem largamente o círculo das vítimas, incluindo, antes, o resto da população do território. É utilizado por uma grande gama de instituições como forma de alcançar seus objetivos, como organizações políticas de esquerda e direita, grupos separatistas e até por governos no poder.
A guerra de guerrilha é frequentemente associada ao terrorismo uma vez que dispõe de um pequeno contingente para atingir grandes fins, fazendo uso cirúrgico da violência para combater forças maiores. Seu alvo, no entanto, são forças igualmente armadas procurando sempre minimizar os danos a civis para conseguir o apoio destes. Assim sendo, é tanto mais uma táctica militar que uma forma de terrorismo.
Segundo especialistas da área, existem centenas de definições da palavra terrorismo. A inexistência de um conceito amplamente aceito pela comunidade internacional e pelos estudiosos do tema significa que o terrorismo não é um fenômeno entendido da mesma forma, por todos os indivíduos, independentemente do contexto histórico, geográfico, social e político. Segundo Walter Laqueur 
"Nenhuma definição pode abarcar todas as variedades de terrorismo que existiram ao longo da história". 

Definição 

Conforme definição do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, terrorismo é um tipo muito específico de violência, bastante sutil, apesar de o termo ser usado para definir outros tipos de violência considerados inaceitáveis.

Após a Segunda Guerra Mundial, sobretudo no fim da década de 1960 e durante a década de 1970, o terrorismo era visto como parte de um contexto revolucionário. O uso do termo foi expandido para incluir grupos nacionalistas e étnico-separatistas fora do contexto colonial ou neocolonial, assim como organizações radicais e inteiramente motivadas por ideologia. A comunidade internacional – inclusive na esfera das Nações Unidas – considerava politicamente legítimas as lutas pela autodeterminação dos povos, legitimando-se portanto o uso da violência política por esses movimentos.

Ações terroristas típicas incluem assassinatos, sequestros, explosões de bombas, matanças indiscriminadas, raptos, aparelhamento e linchamentos. É uma estratégia política e não militar, e é levada a cabo por grupos que não são fortes o suficiente para efetuar ataques abertos, sendo utilizada em época de paz, conflito e guerra. A intenção mais comum do terrorismo é causar um estado de medo na população ou em setores específicos da população, com o objetivo de provocar num inimigo (ou seu governo) uma mudança de comportamento.


Tipos de terrorismo:

 1) Terrorismo físico - Uso de violência, assassinato e tortura para impor seus interesses.
2) Terrorismo psicológico - Indução do medo por meio da divulgação de noticias em benefício próprio (ver: guerra psicológica)
3) Terrorismo de Estado - Recurso usado por governos ou grupos para manipular uma população conforme seus interesses.
4) Terrorismo econômico - Subjugar economicamente uma população por conveniência própria (ver: embargo econômico).
5) Terrorismo religioso - Quando o incentivo do terrorismo vem de alguma religião.


Atos terroristas clássicos incluem os ataques de 11 de setembro de 2001 quando foram destruídas as torres gêmeas em Nova Iorque, assim como ataques a bomba na Irlanda do Norte, Oklahoma, Líbano e Palestina.  

No Brasil 

Terrorismo não é um tipo penal definido no direito brasileiro nem no Direito Internacional. A expressão "terrorismo" é imprecisa, politicamente condicionada e frequentemente impregnada de passionalismo, em particular depois dos atentados que destruíram o World Trade Center.
O Brasil ratificou as principais convenções internacionais sobre o tema e colabora ativamente em vários cenários - na ONU, na OEA e no Mercosul. Ainda que a palavra 'terrorismo' seja citada na Lei de Segurança Nacional, e na própria Constituição do país, que qualifica o terrorismo como crime inafiançável , não existe, na legislação brasileira, uma definição de terrorismo.
Em 2013 foi apresentado o Projeto de Lei do Senado nº 499 que define crimes de terrorismo, estabelecendo a competência da Justiça Federal para o seu processamento e julgamento.
O projeto suscitou críticas por parte da Anistia Internacional que considerou o projeto vago, "com um claro e imediato risco de promover a criminalização de manifestantes pacíficos e de seus direitos à liberdade de expressão e à reunião pacífica". Segundo a Anistia, leis que restringem os direitos de liberdade de expressão e de manifestação pacífica devem ser formuladas com suficiente precisão de modo a não permitir irrestrita discrição por parte dos responsáveis por sua aplicação.  Há quem ligue essa iniciativa de tipificar o terrorismo na legislação brasileira à pretensão do Brasil de fazer parte do Conselho de Segurança da ONU














Comsumismo, um grave problema

O consumismo é considerado uma doença psicológica. Esta afeta principalmente às mulheres, pois, na maior parte das famílias, é a elas que cabe o dever de fazer as compras e manter a casa com os produtos necessários. Na verdade, estes produtos são mesmos necessários?
A definição correta de consumismo é: “o ato de consumir produtos ou serviços, muitas vezes, sem consciência”. Portanto, esse tipo de distúrbio esta relacionado a consumir uma quantidade exagerada de produtos. Ou, também, este esta relacionado a consumir produtos desnecessários.
São comuns no dia-a-dia casos de pessoas afetadas pelas idéias consumistas. Portanto, é evidente que o consumismo é uma doença grave, pois, além de afetar uma parte considerável da população, este gera problemas financeiros a grande parte dos afetados.
Consumismo refere-se a um modo de vida orientado por uma crescente propensão ao consumo de bens ou serviços, em geral supérfluos, em razão do seu significado simbólico (prazer, sucesso, felicidade), frequentemente atribuído pelos meios de comunicação de massa. O termo é muitas vezes associado à crítica do sociólogo e economista Thorstein Veblen, à cultura de massa e à indústria cultural.
O conceito mais antigo de "consumo conspícuo" tem origem na virada do século XX nos escritos de Veblen. O termo descreve uma forma aparentemente irracional e confusa de comportamento econômico. Segundo Veblen, esse consumo desnecessário é uma forma de exibição do status, muitas vezes às custas da privações. A expressão "consumo conspícuo", que descrevia o consumismo observado nos Estados Unidos no pós-guerra, generalizou-se na década de 1960, mas logo foi ligada ao debate sobre a cultura de massa e ao culture jamming.

O mal do consumismo 

 

As pessoas podem ter todos os tipos de vício: o vício da bebida, da comida, da internet, do chocolate, entre outros. Mas um dos vícios mais comuns é o consumismo.
Quantas pessoas já me procuraram para pedir ajuda para a compulsão por comprar! Será que eu tenho essa compulsão, esse vício? É sempre bom lembrar os males que ele traz. O consumismo:
- causa desfalques econômicos;
- gera brigas entre os casais;
- nos faz pôr o coração nas coisas da Terra;
- nos leva a uma pobreza espiritual (como dizia Madre Teresa de Calcutá: O Oriente tem uma pobreza material muito grande, mas o Ocidente tem uma pobreza maior: a pobreza espiritual“);
- nos torna escravos dos bens materiais;
- nos leva a uma competição sobre quem tem mais e gera, consequentemente, a inveja;
- nos tira o coração de bens maiores (e isso é o pior de tudo, pois nos tira o coração de Deus e das necessidades das pessoas no mundo).
Jesus Cristo já nos dizia:Não ajunteis para vós tesouros na Terra, onde a ferrugem e as traças corroem, onde os ladrões furtam e roubam. Mas ajuntai para vós tesouros no céu, onde não os consomem nem as traças nem a ferrugem e os ladrões não furtam nem roubam. Porque, onde está o teu tesouro, lá também está teu coração”(Mt 6, 19).
Jesus fala do perigo de pôr o coração na Terra, onde tudo isso um dia virará pó. E Jesus também ensinava que só temos um coração: se o enchemos com as coisas da Terra, diminuímos o espaço para o amor a Deus e ao próximo que é onde reside verdadeiramente a nossa felicidade. O nosso coração não foi feito para amar “algo”, mas “alguém”, e mais ainda um grande alguém que é Deus.
Jesus também nos fala que, onde está o teu tesouro, lá também está o teu coração”. Onde está o meu coração hoje? Posso dizer que está no que realmente importa nesta vida? Está nos meus pais, no marido, na esposa, nos filhos, nos irmãos, em Deus?
Peçamos a Deus que nos liberte do consumismo. Como Jesus dizia, o consumismo é uma ferrugem que vai corroendo a alma. Que para libertar-nos dele façamos a partir de agora os seguintes raciocínios antes de fazer uma compra:
- se ela é realmente necessária; se não for, que saibamos ser fortes para dizer “não”;
- se este dinheiro poderia ser destinado para ajudar alguém ou alguma instituição de caridade que está precisando.
Com esse domínio sobre os bens materiais, seremos, com toda a certeza, muito mais felizes, teremos as asas mais soltas para voar alto e contemplar o sol, contemplar a Deus e as grandes realidades desta vida, face a face.